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Este blogue sempre destacou a família Cortez, Gomes de Melo, Pegado Cortez, Bezerra e Dantas, mas está aberto a todos os pesquisadores para divulgar informações genealógicas das famílias do Seridó. "Marica Pegado" continuará a ícone histórica do blogue.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Por que criamos rugas e o que podemos fazer para evitá-las?

  • 12 julho 2015
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Rugas (Thinkstock)Direito de imagemTHINKSTOCK
Dizem que nossa pele conta uma história sobre nossa vida.


O problema é que a história nem sempre é precisa. Por que há pessoas que parecem mais velhas e outras mais jovens do que realmente são?


Encontrar a resposta para essa pergunta pode ser a chave para uma aparência mais saudável.
O que diz a ciência? O que faz com que a pele envelheça? É possível fazer algo sem recorrer à cirurgia plástica?
Leia mais: Cientistas usam vírus da herpes para curar câncer de pele
Leia mais: Como reconhecer os sinais de câncer de pele

O que causa as rugas?

CLICÁVEL
Epiderme
Derme
Colágeno
Fibroblastos
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  • Epiderme

    ×

    A epiderme forma a capa exterior da nossa pele: uma barreira física resistente que protege o corpo do mundo ao seu redor.
    Em média, o nosso corpo produz uma nova epiderme inteira a cada 60 dias. As células da superfície da pele se descamam, mas são continuamente substituídas por outras novas, que crescem por baixo delas.
    À medida que envelhecemos, a renovação da epiderme leva mais tempo, o que torna mais visíveis as marcas da velhice.
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  • Derme

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    A derme é absolutamente crucial no processo de envelhecimento.
    Ela é alimentada por vasos sanguíneos e contém colágeno e fibras elásticas que mantêm a pela jovem tesa, firme e lisa.
    A quantidade de colágeno e fibras elásticas na derme diminui com o passar dos anos. Além disso, perdemos a gordura que fica abaixo dos tecidos da pele. O resultado é que a pele perde elasticidade, se afrouxa e começam a surgir os sinais e as rugas. .
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  • Colágeno

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    O colágeno reforça e confere elasticidade à pele. Ele forma uma complexa rede 3D de fibras.
    Até mais ou menos os 40 anos, o corpo produz muito colágeno de maneira muito eficiente, mas a partir daí, há uma diminuição crescente.
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  • Fibroblastos

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    Os fibroblastos são como máquinas de produzir colágeno. Nas peles jovens, também ajudam a esticar o colágeno, evitando que a pele perca a sua rigidez e firmeza.
    Com o passar dos anos, a produção de colágeno diminui, e as conexões entre os fibroblastos e o colágeno começam a falhar.
    O resultado é bastante visível: mais e mais profundas rugas.
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Proteja-se do sol
Por que?
Todos temos consciência do risco de queimaduras causadas pelos raios solares, mas esse é apenas um dos perigos que esse astro representa para nossa pele.
A luz do sol contém diferentes tipos de raios UV (ultravioleta) e o efeito desses raios depende de seu comprimento de onda.
As queimaduras são causadas pelos raios UVB (ultravioleta B), que atingem a porção superior da pele, mas não penetram até a epiderme ou a derme.
Os raios UVA possuem comprimento de onda muito maior, daí seu efeito mais profundo: podem degradar o colágeno que é o “adesivo” de nosso corpo. E se o colágeno se debilita na pele, surgem as rugas.
Creme solar (Thinkstock)Direito de imagemTHINKSTOCK
O que fazer?
Simples: use protetor solar. Mas não apenas quando estiver tomando sol.
Por causa de seu comprimento de onda, os raios UVA podem atravessar vidros, o que significa que o envelhecimento de sua pele pode estar se acelerando quando você dirige até o trabalho ou quando está sentado ao lado de uma janela.
Certifique-se que sua marca de protetor solar tenha boa proteção contra raios UVA.
Coma os alimentos corretos
Por que?
Rugas
Image captionApenas respirar já nos causa rugas.
Cada vez que respira, uma fração mínima do oxigênio que inspira entra em suas células e ataca seu DNA.
Essas moléculas de oxigênio são conhecidas como radicais (antes radicais livres). O dano que causam, sobretudo aos fibroblastos produtores do colágeno da pele, se acumula no tempo. E provoca rugas.
O que fazer?
Precisamos respirar, então por esse lado não há opção.
Mas pesquisadores estão convencidos da possibilidade de reduzir o dano causado pelos radicais por meio da alimentação correta.
Essas são regras chave a seguir:
Regra 1: Escolha alimentos de cores vibrantes
Tomates (Thinkstock)Direito de imagemTHINKSTOCK
Image captionTomates, por exemplo, são uma excelente fonte de um poderoso antioxidante chamado licopeno, que dá a cor do tomate e também é bom para prevenir o estresse de oxidação que acelera o envelhecimento.
Regra 2: Aposte em frutas e vegetais com sabor amargo
Brócolis (Thinkstock)
Image captionVegetais como brócolis e rabanetes são fonte rica de um tipo de antioxidante chamado glucosinolato. Consumir esse tipo de ingrediente pode elevar as defesas naturais da pele.
Regra 3: Coma muitos peixes oleosos, como salmão, atum e sardinha
Pescado (Thinkstock)Direito de imagemBBC WORLD SERVICE
Image captionO ingrediente vital nesses peixes é o ômega 3. Esse ácio graxo minimiza a inflamação nas células da pele, o que também ajuda a desacelerar o estresse de oxidação.
Outros fatores, como fumar, também podem acelerar o envelhecimento da pele.
Controle o açúcar no sangue
Por que?
Pesquisadores que investigam o vínculo entre taxas de açúcar no sangue e envelhecimento da pele descobriram que pessoas com altos níveis de glicose aparentam ser dois anos mais velhos do que são.
O que ocorre? O excesso de açúcar no sangue se associa ao colágeno da pele e faz com ele fique mais quebradiço, o que torna o processo de reparação da pele mais difícil. O resultado? Mais rugas.
Açucar (Thinkstock)Direito de imagemTHINKSTOCK
O que fazer?
Nada muito drástico.
O açúcar do sangue é produzido naturalmente quando digerimos comida, e é uma parte essencial do processo pelo qual o corpo adquire a energia que precisa para funcionar.
Mas ao praticarmos exercícios de forma regular e cortarmos os carboidratos da alimentação podemos evitar niveis altos de açúcar no sangue e as complicações associadas ao envelhecimento da pele.
Caso tenha uma condição médica anterior, como diabetes, consulte o seu médico.

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Cronista escreve sobre os Batista do Seridó.



DOS BATISTAS DO SERIDÓ

Por Fernando Antonio Bezerra*

Esclareço, logo no início, que a pesquisa original não é minha. Fui encontrá-la nas letras produzidas pelos grandes genealogistas Arysson Soares da Silva, José Augusto Bezerra de Medeiros, Olavo de Medeiros Filho e Sinval Costa. Referem-se os ilustres pesquisadores a numerosa família Batista do Seridó que José Augusto menciona como uma das recentes da região, contudo, “das que maior descendência tiveram, principalmente no município de Caicó, a cujo progresso tem prestado bons e leais serviços. Uma característica digna de acentuar na família Batista é a longevidade. Vários de seus membros tem conseguido transpor um século de existência”.

Segundo os citados autores, o tronco principal da família Batista do Seridó é o casal João Batista dos Santos e Maria Marcelina da Conceição. Sobre João o que se tem é que é filho de João Alves dos Santos e Helena Dorneles de Bittencourt ou Helena Rosário de Melo. Os pais de Marcelina são: Antonio de Azevedo Maia (2º) e Micaela Dantas Pereira. O casamento ocorreu na Fazenda Conceição, no dia 25 de agosto de 1791. O nome Batista, segundo Sinval Costa, decorre da avó de João, mãe de João Alves, chamada Joana Batista da Encarnação, esposa de Domingos Álvares dos Santos ou Domingos Alves dos Santos.

João Batista e Marcelina moraram um período no brejo paraibano; após a seca de 1825, na Fazenda Travessia, freguesia de Patos, e no “Catururé” no atual território de Jardim do Seridó. Maria Marcelina faleceu em 1844, no dia 26 de maio. João Batista foi mais além, ficando sob a guarda de seu filho, o Major Batista da Inez.

Aliás, do casal João Batista e Maria Marcelina a primeira descendência é formada pelos filhos: Maria Joaquina da Conceição; Antonio Batista dos Santos; Antonia Maria da Conceição (Totonha Parteira); José Batista dos Santos (ten-coronel José Batista); Manoel Batista dos Santos (Major Batista, da Inez); João Batista dos Santos (2º); Joaquim Alvares dos Santos; Ana Maria de Jesus; Alexandre Batista dos Santos; Isabel Maria de Jesus; Caetano Batista dos Santos; Cosme Batista dos Santos; Francisco Batista dos Santos; José Alves dos Santos.

Em genealogia, apesar do cuidado dos pesquisadores, um ou outro nome pode escapar, mas da prole numerosa de João Batista e Maria Marcelina alguns merecem registro adicional. Antonio Batista dos Santos, por exemplo, é considerado o fundador de Jucurutu. A história anotou que Antonio Batista, por gratidão e fé, construiu a capela em honra a São Sebastião por graça alcançada, fato que marcou o início de Jucurutu. Por sua vez, o Tenente-coronel José Batista dos Santos, ao fundar a Fazenda Timbaúba, constituiu o marco histórico de fundação de Timbaúba dos Batistas, cidade posteriormente desmembrada do Município de Caicó por proposição do Deputado Manoel Torres de Araújo. O Major Batista, da Inez, outro filho mencionado, foi grande empreendedor, um dos maiores proprietários de terras no Seridó que a gente ama.

E daí por diante… Um Batista de hoje, dificilmente, não tem no sangue um pouco do casal João Batista e Maria Marcelina e de seus descendentes. Não é muito se avaliarmos outras nações, mas já se vão, pelo menos, 250 anos de presença da família Batista no Seridó do Brasil, alguns até sem o sobrenome, mas com o sangue misturado a partir da descendência do primeiro núcleo mencionado.

Enfim, as novas gerações vão chegando, a família aumentando, os ramos da árvore criando novas derivações e o Seridó, pelos laços e entrelaços da vida, vai se consolidando como a boa terra dos primos e primas, onde a maioria se reconhece pelo parentesco, fato que deve ser celebrado, algo que motiva fraternidade e reencontros.

*Fernando Antonio Bezerra é potiguar do Seridó, advogado e membro do Instituto de Genealogia do Rio Grande do Norte. Com post em Substantivo Plural.
Foto relacionada à publicação
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sexta-feira, 7 de julho de 2017

A enigmática e rica região no Oceano Pacífico que pode redefinir o futuro da mineração

Carlos Serrano
BBC Mundo


  • 7 julho 2017

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Imagem de um nódulo de manganêsDireito de imagemNAUTILUS MINERALS
Image captionA região de Clarion-Clipperton é rica em nódulos de manganês, que contêm minerais como cobre e níquel

A região Clarion-Clipperton, no oceano Pacífico, guarda no fundo do mar um tesouro que representa um dilema para toda a humanidade.Ali, a 4 mil metros abaixo da superfície marinha, distância equivalente a cinco vezes o tamanho do Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, encontram-se vastos depósitos de nódulos de manganês, pedras ricas em níquel, cobre, cobalto e outros minerais essenciais para a fabricação de equipamentos - de celulares a baterias para carros elétricos e painéis solares.
É um tesouro para as companhias mineradoras, mas também para o mundo inteiro, que cada vez mais depende de equipamentos eletrônicos.
  • Nada de tubarões ou cobras: 6 animais assassinos que você talvez não conheça
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"Precisamos de mais metais", disse à BBC Mundo Michael Johnston, diretor da Nautilus Minerals, uma das empresas com licença para explorar a região Clarion-Clipperton com fins mineradores. "De alguma maneira temos que usá-los".
Mas a região Clarion-Clipperton (CCZ, na sigla em inglês) também é um dos lugares do mundo de maior interesse para ambientalistas e cientistas.
Primeiro porque se sabe muito pouco sobre ela e, segundo, porque, com o pouco que se conseguiu explorar ali até agora, se mostrou uma região particularmente diversa, com um número maior de espécies em relação a outros habitats submarinos.
"Corremos o risco de destruir algo que ainda não entendemos completamente", adverte Astrid Leitner, uma das biólogas marinhas que trabalha no Projeto Abyssline, que busca montar um panorama do ecossistema da CCZ antes do início da extração mineradora.
"Poderíamos perder uma rica diversidade de animais antes de saber que eles existem".


Image captionA região Clarion-Clipperton abriga uma diversidade de espécies que dependem dos nódulo de manganês

Como é a região Clarion-Clipperton

A área da CCZ equivale a aproximadamente duas vezes o tamanho do México e se estende entre a costa desse país e o Havaí.
O nome se deve à fronteira ao norte com a ilha Clarion, que pertence ao México, e ao sul com a ilha Clipperton, que pertence à França.
Seu fundo marinho é uma região escura, com temperaturas abaixo dos dois graus centígrados e uma pressão 400 vezes maior que a da superfície.
Antes, pensava-se que era apenas uma planície, mas análises mais recentes mostraram que é um terreno heterogêneo, com morros e vales, montanhas, crateras e caldeiras com paredes esculpidas por erupções vulcânicas.
O fundo marinho, que à primeira vista parece ter pouca vida, está cheio de ouriços-do-mar, pepinos-do-mar, estrelas, esponjas, anêmonas, vermes, crustáceos e corais.
Também há peixes de até um metro de comprimento que circulam no fundo do mar em busca de alimento.

Os nódulos da discórdia

A comunidade científica e as companhias mineradoras concordam que se sabe muito pouco dessa região. Ambos trabalham juntas para coletar o maior número de informações sobre a CCZ antes que a extração de minerais seja permitida.


Image captionA tarja amarela representa a região da Clarion-Clipperton

E ainda que por motivos diferentes, eles se concentram no mesmo alvo: os nódulos de manganês. Esse é o tesouro que as mineradoras querem extrair e os ambientalistas querem preservar.
Esses nódulos, do tamanho de uma bola de beisebol, são acumulações de minerais especialmente ricos em cobre, níquel e cobalto, que são usados na produção de grande parte dos equipamentos tecnológicos que usamos todos os dias.
Cada uma dessas "pedras" leva entre milhares e milhões de anos para se formar.
Ainda que não existam cálculos exatos, estima-se que a CCZ poderia abrigar 27 milhões de toneladas de nódulos.
  • 6 alimentos que um especialista em segurança alimentar diz que nunca comeria
Não se sabe, entretanto, se essa quantidade toda será acessível.
Mas Michael Johnston, da Nautilus Minerals, calcula que, no ritmo do consumo de hoje, a CCZ terá cobre o suficiente para abastecer o mundo durante os próximos 30 anos.
Biólogos e ambientalistas descobriram que, de alguma maneira, todo o ecossistema da CCZ está conectado aos nódulos.
Algumas espécies de esponjas e anêmonas precisam da superfície dura dos nódulos para viver. Vídeos gravados na CCZ também mostram que nos lugares onde há mais nódulos há uma quantidade maior de peixes, com tamanho e diversidade maiores que espécies em áreas com menos nódulos.
"Isso tem grandes implicações", diz Leitner, "porque basicamente o que a mineração faz é retirar esses módulos para sempre."


Image captionCientistas e mineradoras trabalham juntos para obter mais informações sobre ecossistema

Os especialistas advertem que é preciso fazer mais investigações para medir com precisão qual será o impacto da mineração sobre esse ecossistema.
Na semana passada, um grupo de cientistas - alguns deles financiados pela Nautilus para explorar a CCZ - publicaram uma carta na revista científica Nature na qual afirmam que "é provável que a maior parte da perda da biodiversidade causada pela mineração no fundo do mar dure para sempre".
Johnston, respondeu às advertências dos cientistas dizendo que estes "foram longe demais".
"Ninguém está tentando destruir essa região, estamos vendo o que se pode fazer causando o menor impacto possível. A mineração submarina é uma oportunidade para não repetirmos os erros cometidos na mineração terrestre."


Image captionHá muito mais vida no fundo do mar do que pode parecer

Os cientistas se esforçam agora para fazer um diagnóstico da região que permita regular a exploração da área.
Já as empresas de mineração também se preparam para quando chegar o momento de poder extrair os nódulos.
"Me preocupa que a tecnologia mineradora avança muito mais rápido que a ciência que poderia proteger a região Clarion-Clipperton", disse à BBC Mundo Craig Smith, o principal pesquisador do projeto Abyssline e professor de oceanografia da Universidade do Havaí.

Quem manda na CCZ?

A CCZ é Patrimônio da Humanidade, ou seja, nenhum país pode declarar soberania sobre ela.
A entidade encarregada de mediar os interesses mineradores e a proteção do meio ambiente na CCZ é a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhas (ISA, na sigla em inglês), um órgão ligado à ONU.


Image captionNódulos de manganês são pedras ricas em níquel, cobre, cobalto e outros minerais essenciais para a fabricação de equipamentos eletrônicos

A ISA, da qual fazem parte 167 países e a União Europeia, organiza e controla as atividades que são realizadas no fundo do mar nas águas internacionais, ou seja, não responde à jurisdição de nenhum país.
A ISA outorgou 16 licenças de exploração com fins de mineração na CCZ.
Entre os contratantes, estão governos de países membros da ISA e companhias privadas patrocinadas por esses países.
Hoje, a CCZ tem 32% do seu território sob contratos de exploração, 35% definido como área protegida e 33% reservado para exploração por parte de países em desenvolvimento.
  • 5 'segredos' da Cientologia revelados em documentário
A ISA está desenvolvendo um regulamento para a exploração que deve ficar pronto até 2020.
Uma das regras que já estão definidas é que, quando a exploração começar, os benefícios provenientes dos recursos minerais encontrados serão divididos de forma igualitária entre os países membros da ISA.
Calcula-se que a exploração mineira na CCZ comece em entre 5 a 10 anos, mas, até agora, nenhuma das 16 companhias ou consórcios com presença na região manifestaram um interesse explícito em dar início à extração.
Mineradoras e cientistas continuam sua corrida contra o tempo - e dos seus esforços dependerá o futuro dessa região enigmática que pertence a toda a humanidade.
Postado por Unknown às 16:52 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Dia de campo Estação Trangola lança em Currais Novos a Agrotrilha Brasileira (Sirleide Pereira – Ascom-Reitoria/UFRN)




NO próximo sábado, 24, o projeto Defeso da Caatinga das instituições públicas e privadas de ensino superior do Estado estará realizando o Dia de Campo Estação Trangola, e o lançamento da Agrotrilha Brasileira no Assentamento Trangola, em Currais Novos, na Região Seridó do Rio Grande do Norte. O objetivo é valorizar a agricultura familiar e repassar práticas de recuperação do Bioma Caatinga.

Pioneira no Estado e aberta à sociedade, a atividade acontecerá as 08h da manhã às 16h. Sob a liderança de pesquisadores e professores do Grupo Caatingueiros, e do Diretório Multidisciplinar e Interinstitucional UFRN-IFRN-INPE-UERN-UFERSA do CNPq/2016, os participantes vão conhecer métodos agroecológicos para recuperação de solo e da Caatinga.

Além disso, poderão visitar 13 estações relacionadas aos temas Gastronomia e Cultura; Saúde Animal; Revegetação da Caatinga; Uso da Moringa na Alimentação Humana e Animal; Banco de Sementes; Políticas Públicas; Tecnologias Sociais; Aquaponia Sertaneja; Clima e Monitoramento; Identificação de Plantas Nativas, e Favela e seu plantio.

Coordenado pela professora Magda Maria Guilhermino, da Escola Agrícola Jundiaí (EAJ) do Campus UFRN Macaíba, o projeto contará, também, com a participação especial de alunos de graduação e da pós-graduação, de representantes da Secretaria da Agricultura e do Turismo de Currais Novos e do artista plástico Adriano Santori, artista sertanejo. Quem é da UFRN deve se inscrever no SIGAA, na atividade “Estação Trangola Participantes”. Já os participantes de fora devem acessar nosso blog http://grupogeparnufrn.blospot.com.br
Área de anexos
Postado por Unknown às 08:30 Nenhum comentário:
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