Este blogue sempre destacou a família Cortez, Gomes de Melo, Pegado Cortez, Bezerra e Dantas, mas está aberto a todos os pesquisadores para divulgar informações genealógicas das famílias do Seridó. "Marica Pegado" continuará a ícone histórica do blogue.
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Alzheimer: novo estudo sugere esperança
Postado na segunda-feira 30 de julho de 2018 às 7:02
O Congresso Mundial sobre Doença de Alzheimer acaba de terminar em Chicago. Embora durante anos os vários ensaios sobre drogas tenham falhado, um estudo mostra a eficácia de um novo medicamento.
Esta é a primeira vez em anos de esperanças frustradas de que os pesquisadores e médicos reunidos neste Congresso Mundial estejam otimistas.
Um estudo realizado por um laboratório japonês em um estudo envolvendo um grande número de pacientes - 854 - mostra a eficácia de um medicamento.
Professor Bruno Dubois, chefe de doenças cognitivas na Pitié Salpêtrière, participaram nesta apresentação: "Este foi um resultado altamente antecipado . Ele diz que é uma droga dirigida contra amilóide, a proteína que famosa é depositada no cérebro dos pacientes, e em 18 meses, foi observada, com a dose mais elevada, inicialmente houve uma redução significativa nas lesões no cérebro de doentes, mas que tinha já observado nos cérebros de pacientes, por isso estamos felizes, mas mais- mas especialmente o que é interessante é que há um efeito sobre os próprios sintomas. há uma redução, uma diminuição do declínio cognitivo ainda é bastante significativo, pois, com a dose mais alta,há uma redução de 47% neste declínio cognitivo ".
Obviamente, será necessário confirmar esses resultados com outros ensaios, mas, para os cientistas, o fato de haver sinais de melhora cognitiva em um grande número de pacientes é um incentivo para continuar a pesquisa. Muitos deles não acreditaram nos últimos anos.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
FUNDAÇÃO VINGT-UN ROSADO NO ENCONTRO NORDESTINO DE GENEALOGIA
De 19 a 22 de julho a cidade de Caicó/RN estará realizando um “ENCONTRO NORDESTINO DE GENEALOGIA”.
O evento terá vários momentos, entre eles, palestras, intercâmbios, mesas redondas, homenagens, oficinas genealógicas, exposições e muito mais.
Durante as festividades haverá uma homenagem ao professor Vingt-un Rosado, grande pesquisador, escritor, genealogista, professor, mestre da cultura potiguar e idealizador do maior movimento editorial do Brasil, a Coleção Mossoroense.
A cidade de Caicó está localizada no Sertão Potiguar. Ela já é tida como seio da genealogia nordestina e como a Capital dos grandes eventos genealógicos. Desde 2009 pesquisadores, historiadores e genealogistas se reúnem todos os anos para aprimorar seus conhecimentos.
Segundo o Coordenador Geral do encontro, Arysson Soares, “este ano o evento promete ser um estrondo em tudo. Palestras, mesas redondas, intercâmbios, convívios, exposições e parcerias serão celebradas, frutos de uma grande articulação genealógica. O Nordeste Genealógico irá homenagear o saudoso e grande mestre das letras e da pesquisa Dr. Vingt-un Rosado Maia. Um homem do seu tempo e para todo tempo”, finalizou Arysson.
A genealogia é uma ciência auxiliar da história e seu estudo tem por objeto estabelecer a origem de um indivíduo ou de uma família.
Para quem se interessar em participar deste grande momento, entrar em contato pelo e-mailaryssonsoares@hotmail.com ou pelo telefone 84 99818 1015, falar com Arysson Soares.
A Fundação Vingt-un Rosado estará presente neste grande momento cultural com estande e apresentando, com preços promocionais, trabalhos publicados com o selo da Coleção Mossoroense, além de contar sua própria História…
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Modelo federal de fiscalização de Contas será adaptado na Assembleia e TCE
Crédito da Foto: Assessoria de Comunicação
Um novo sistema de Controle de Contas e Gestão de Risco será aplicado na fiscalização das contas do Estado do Rio Grande do Norte. O modelo segue a estrutura da Câmara Federal e foi apresentado na manhã desta quarta-feira (11) pelo diretor da Controladoria do Legislativo federal, João Luiz Pereira Marciano ao secretário-geral da Assembleia, Augusto Viveiros e ao presidente da Corte de Contas do Estado, Gilberto Jales.
Durante a reunião, Luiz Marciano apresentou o Plano Anual de Fiscalização e Controle (PAFC), implantado na Câmara dos Deputados e destacou a importância do controle e fiscalização das contas nos órgãos públicos.
O procurador-geral da Assembleia, Sérgio Freire e o secretário de Controle Interno, César Rocha também participaram da reunião, listando as ações da Assembleia como a implantação de ações da atual gestão como o Portal da Transparência; boletim legislativo eletrônico com a publicação dos atos do Poder Legislativo e demais atividades de transparência e controle da Casa.
Além dos termos de fiscalização, as questões de tecnologia da informação e modernização dos princípios da Gestão Pública como transparência e economicidade foram destacadas.
O Plano Anual de Fiscalização e Controle da Câmara Federal está sendo executado dentro de seis propostas, com o auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU).
Os acervos jornalísticos do Novo Jornal e do Diário de Natal estão na pauta de sessão solene nesta segunda-feira, 18, às 11h, na Sala dos Colegiados Superiores, momento no qual a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe oficialmente o acervo jornalístico do Novo Jornal e falará a respeito do andamento do projeto para disponibilização do acervo do Diário de Natal. Conexa às duas iniciativas está a ideia da criação de um centro de documentação que possa receber doações de alto valor social e cultural.
Na solenidade, será apresentado o repositório do Laboratório de Imagens (LABIM) da UFRN, plataforma onde ficará o acervo on-line do Novo Jornal, estando aberta sua consulta, tanto pelos estudantes e pesquisadores, como pelo público em geral. O acervo físico, em suporte de papel, já está sob a guarda do Laboratório de Restauração e Conservação de Livros e Documentos Históricos (LABRE) do Departamento de História. O LABIM é coordenado pela professora Íris Dantas e o LABRE tem à frente a professora Maria da Conceição Guilherme Coelho.
“Ambos os acervos estão conectados, pois envolvem os mesmos laboratórios, embora o trabalho com o Diário de Natal seja bem mais complexo tecnicamente. Por causa disso, trabalharemos em duas frentes: a primeira é com os microfilmes, que serão digitalizados para dar acesso à população o mais rápido possível. Estamos iniciando e acredito que em dois anos finalizaremos. Enquanto o trabalho com os jornais impressos, que estão em variados estados de conservação, iremos com mais calma, já que é um trabalho exaustivo e lento. Contudo, o resultado deste trabalho será uma digitalização em alta resolução”, explicou o professor Haroldo Loguercio Carvalho, que trabalha em conjunto com o LABIM e o LABRE.
No caso do Diário de Natal, o projeto tem seu início viabilizado através de emendas parlamentares dos senadores Fátima Bezerra, Garibaldi Alves e Agripino Maia, e dos deputados federais Rafael Motta, Rogério Marinho e Zenaide Maia. “Os acervos são importantes na medida em que têm vieses culturais, de cidadania, acesso à informação e direitos humanos, já que narram a história contemporânea do nosso estado. A guarda deles, o tratamento, a disponibilização e recuperação, quando for o caso, propiciam um conhecimento substancial para estudantes e profissionais de vária áreas, como artes, jornalismo, história, publicidade e educação física”, colocou a reitora da UFRN, Ângela Maria Paiva Cruz, que conduzirá a sessão solene.
O periódico Novo Jornal começou a circular, nas plataformas digital e impressa, em 17 de novembro de 2009. Em sua edição impressa, o último número circulou em 27 de outubro de 2017. Já o Diário de Natal circulou no período de 18 de setembro de 1939 até 2 de outubro de 2012. “Especificamente o acervo do Diário de Natal iria ser vendido para a Fundação Joaquim Nabuco, de Recife. Contudo, a intervenção da sociedade foi central para a manutenção em Natal destes documentos e a UFRN surgiu naturalmente como instituição com capacidade técnica de fazer o trabalho de recuperação e de dar acesso. É fundamental que a sociedade, suas forças vivas e seus representantes políticos entendam a necessidade de seguir apoiando o trabalho que estamos iniciando agora”, colocou Haroldo Carvalho.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
4 ideias de Karl Marx que seguem vivas apesar do fracasso da URSS e do comunismo
Ainda que o filósofo alemão tenha vivido e trabalhado no século 19, uma época bem diferente da nossa, é indiscutível que dois de seus textos, O Manifesto Comunista (1848), redigido junto com o também filósofo alemão Friedrich Engels, e O Capital (1867), tiveram em um momento determinado da história uma grande influência política e econômica em muitos países e sobre milhões de pessoas.
O surgimento da União Soviética (URSS) após a Revolução Russa foi um exemplo disso. Ninguém nega que o bloco socialista marcou boa parte do século 20, no entanto, também é um fato que ele desmoronou e que o comunismo não se materializou tal qual propuseram Marx e Engels, com o capitalismo vigorando em quase todo o planeta atualmente.
Mas podemos dizer que todas as ideias de Marx estão obsoletas? Ou é possível elencar algumas que se tornaram realidade e seguem vigentes até hoje? A seguir, selecionamos quatro exemplos.
1. O ativismo político
Marx descreve a luta de classes na sociedade capitalista e como o proletariado acabaria tomando o poder das elites dominantes em todo o mundo. O Capital, sua principal obra, é uma tentativa de indicar essas ideias por meio de fatos que podem ser verificados e de análises científicas.
Foi uma mensagem poderosa em um mundo pleno de opressão e desigualdade. "A experiência pessoal de Marx, que viveu na pobreza, conferiu uma grande intensidade à sua análise, que recorreu à Filosofia contra o monstro capitalista que escravizava os seres humanos", explica à BBC um dos seus mais renomados biógrafos, o britânico Francis Wheen.
Direito de imagemGETTYImage captionMarx questionou a ideia de que o capitalismo se autorregulava
Durante o século 20, as ideias de Marx inspirariam revoluções na Rússia, China e Cuba e em muitos outros países onde um grupo dominante foi derrubado e os trabalhadores se apoderaram da propriedade privada e dos meios de produção.
O marxismo foi além e tornou-se uma maneira de interpretar o mundo: a simples ideia de que a história é marcada pela luta entre classes antagônicas também influenciou a literatura, a arte e a educação.
"Hoje em dia, Marx segue relevante como filósofo político. Geração após geração, muitos buscam inspiração nele para suas próprias lutas", diz Albrecht Ritschl, historiador alemão especializado em marxismo e chefe do Departamento de História Econômica da London School of Economics, no Reino Unido.
"Continua-se a falar sobre os temas tratados por Marx. Por exemplo, a globalização. Marx foi um dos primeiros críticos da internacionalização dos mercados. Também se referiu à desigualdade ao alertar que ela estava aumentando no mundo. Poderia se dizer que Marx continua sento atraente e faz parte do discurso político atual."
Ainda que a queda da URSS, em dezembro de 1991, tenha sido um forte golpe contra a teoria marxista (por algum tempo, partidos de esquerda e universidades deram a ela menos importância), a crise financeira global de 2007/2008 voltou a torná-la relevante.
Esse colapso foi um exemplo clássico das recorrentes crises do capitalismo que haviam sido previstas pelo pensador alemão. Desde então, as vendas de O Manifesto Comunista e O Capital crescem em todo o mundo.
2. A recorrência de crises econômicas
Marx questionou a ideia de que o capitalismo se autorregulava. Para ele, não havia uma "mão invisível" que trazia ordem às forças do mercado, como havia postulado o economista e filósofo escocês Adam Smith, considerado o "pai" do capitalismo, em A Riqueza das Nações (1776).
Marx argumentava que o sistema capitalista estava condenado a períodos de crises recorrentes inerentes a eles - hoje, os economistas falam em recessões. "Ainda que ele não tenha sido o único a falar disso, sua ideia original era que cada turbulência levaria a outra pior e assim sucessivamente até a destruição do capitalismo", explica Ritschl.
Direito de imagemGETTYImage captionNo século 20, as ideias de Marx inspiraram revoluções na Rússia, China e Cuba e em outros países
A grande depressão econômica de 1929 e as outras subsequentes alcançaram seu auge em 2007/2008, quando o mundo viveu um colapso financeiro inédito em termos de gravidade, impacto e persistência. "É certo que os aspectos mal resolvidos do capitalismo levam a novas crises, mas a ideia determinista de Marx, de que o sistema desmoronaria por causa de defeitos intrínsecos, foi desacreditada", diz Ritschl.
"Mas hoje estamos mais alertas do que nunca diante das turbulências e somos mais cuidados com elas, em parte graças a ele." Ainda que, ao contrário do que previu Marx, as crises não tenham ocorrido nas indústrias pesadas, mas no setor financeiro, esclarece o especialista.
3. Ganhos desmedidos e monopólios
Um aspecto importante da teoria de Marx é a chamada mais-valia: o valor criado pelo trabalhador com sua força laboral. O problema, segundo o pensador alemão, é que os donos dos meios de produção se apropriam da mais-valia e tentam maximizar seus ganhos às custas do proletariado.
Assim, o capital tende a concentrar-se e centralizar-se em poucas mãos e, em contrapartida, isso leva ao desemprego e a uma depreciação dos salários dos trabalhadores. É possível ver isso hoje em dia.
Direito de imagemGETTYImage captionMarx dizia que o sistema capitalista estava condenado a enfrentar crises recorrentes até de autodestruir
Por exemplo, uma recente análise da revista britânica The Economist mostra que, enquanto nas últimas décadas o salário dos trabalhadores em países como Estados Unidos se estabilizou, o salário máximo de executivos aumentou significativamente: em vez de ganhar o equivalente a 40 vezes o salário médio dos trabalhadores, passaram a ganhar 110 vezes ou mais.
"A crítica de Marx à acumulação é válida ainda hoje, porque continua a ser um dos pontos fracos do capitalismo", diz Ritschl. "Atualmente, vemos claramente a acumulação desmedida de poder por parte das grandes empresas internacionais e também a formação de monopólios e duopólios. Marx nos alertou sobre esses riscos."
4. A globalização e a desigualdade
Biógrafos de Marx, como Francis Wheen e outros estudiosos de sua obra, dizem que ele se equivocou com sua ideia determinista de que o capitalismo sepultaria a si mesmo ao criar seus próprios coveiros. Mas ocorreu o contrário: com a queda da URSS, o capitalismo não apenas saiu fortalecido como se expandiu pelo mundo.
Ninguém expressa melhor essa ironia do que o pensador marxista Jacques Rancière, professor de Filosofia da Universidade de Paris VIII: "O proletariado, longe de sepultar o capitalismo, o mantém vivo. Trabalhadores explorados e mal pagos, libertados pela maior revolução socialista da história (China), são levados à beira do suicídio para que o Ocidente possa seguir jogando com seus iPads, enquanto isso, o dinheiro chinês financia os Estados Unidos, que, de outra forma, estaria falido."
Mas, se Marx falhou em sua previsão, não errou nas fortes críticas à internacionalização do capitalismo. Em O Manifesto Comunista, ele argumenta que a expansão global do capitalismo se tornaria a principal fonte de instabilidade do sistema internacional, como demonstrariam uma série de crises financeiras nos séculos 19 e 20.
Direito de imagemGETTYImage captionKarl Marx viveu na pobreza pela maior parte de sua vida
"A necessidade de constantemente expandir mercados para seus produtos persegue a burguesia", sustentam Marx e Engels. "Deve se estabelecer e criar conexões por toda parte. Isso obriga a todas as nações, sob pena de extinção, a adotar o modo burguês de produção."
Por isso, o marxismo tem sido resgatado no debate atual sobre os problemas da globalização. "Hoje, há no mundo muita gente preocupada com a destruição dos mercados locais, na insegurança laboral e da perda de empregos", comenta Ritschl.
"A globalização foi, por exemplo, um dos grandes temas da última eleição americana, na qual dominou uma pergunta que poderia ter sido feita em muitas partes do planeta: o que fazemos com aqueles que prejudicados por ela?"
Está claro que, apesar das previsões equivocadas e ideias obsoletas, Marx colocou em pauta no século 19 vários temas de debate sobre política e economia que seguem vigentes mais de um século depois.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
QUARTA EDIÇÃO DO SARAU QUINTA DAS ARTES ACONTECERÁ NO DIA 09 DE NOVEMBRO NO IFRN CIDADE ALTA
Será realizado no próximo dia 09 de novembro, quinta-feira, das 19:00 às 22:00h, no Auditório do IFRN Cidade Alta (Av. Rio Branco, 743, Centro, em Natal-RN), o SARAU QUINTA DAS ARTES.
O Projeto SARAU QUINTA DAS ARTES é uma realização da ASSEFIT-RN, Associação dos Ex-alunos das Escolas Federais, Industriais e Técnicas do RN, e tem o objetivo de valorizar a cultura brasileira, em especial, a potiguar; promovendo a apresentação de artistas associados e não-associados em um evento multicultural.
O Evento terá uma intensa programação envolvendo várias linguagens artísticas, como Cinema, Poesia, Artes Plásticas e Música. Nessa edição de Novembro teremos um Bate-papo poético com Alfredo Neves, Ozany Gomes e Ivam Pinheiro. A exibição do curta-metragem “Sêo Inácio”, de Hélio Ronyvon e um grande encontro musical com o grupo Selenita Aparte e Zé Martins e a banda Fibra de Coco.
A programação ainda contará com a Exposição de Artes Plásticas “Cores de Orvalho” do poeta e artista plástico Alfredo Neves.
sábado, 4 de novembro de 2017
Domingo, 29 de outubro de 2017
Engenhos no Rio Grande do Norte, século XVII
Por João Felipe da Trindade
No final do século XVII havia uma preocupação para ativar engenhos no Rio Grande do Norte. Entre as sugestões para ativação e aumento estavam o Cunhaú, Potengi, Ceará-Mirim e Ganhâmû. Esse do Potengi pertencia ao capitão-mor Manoel de Abreu Soares, o de Cunhaú, ao coronel Antônio de Albuquerque Câmara. Essas imagens são do projeto resgate.
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