sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


Eu e minhas outras partes

Inocentemente pensava que pertencia a duas famílias. A viagem ao passado nos leva a descobrir que pertencemos a muitas famílias cujos sobrenomes vão desaparecendo com os casamentos. Alguns sobrenomes vão sobrevivendo e resistindo ao tempo. Desaparecem, temporariamente, e ressurgem em outro instante. Eu estava fixado em Avelino e Trindade; Agora sei que sou Torres, Lopes Viégas, Machado, Martins, Martins Ferreira, Xavier Cruz, Garcia, Bezerra, Barbosa, Costa, Araújo Pereira, Lins, Lessa, Duarte, Azevedo, e possivelmente muitos outros sobrenomes.

Embora único, sou constitúido de muitas partes. Em meu sangue, tem muitos outros sangues. Sou de muitas raças, de muitas linhagens, de muitas regiões, e de muitos povos. Quando queremos saber de nossos ancestrais, queremos, na verdade, ir atrás de partes da gente que ficaram lá para trás.
Não estou procurando nobreza, nem brasão. Estou procurando a mim mesmos que viveu em outras épocas e outras regiões. Procuro saber que destinos tiveram minhas outras partes.
Muitas vezes convivemos com pessoas que tratamos como estranhas, mas que tinha um bisavô que era irmão do nosso bisavô, que viveram e brincaram juntos. Muitas vesses essas pessoas e nós, no passado, éramos as mesmas pessoas. Tínhamos um ascendente comum.
Éramos de muitos lugares, de muitos, sítios, e de muitas fazendas. Extremoz, Porto de Touros, Ilha de Manoel Gonçalves, Macau, Angicos, Utinga, São Gonçalo do Potegi, Acari, Sítio Santa Luzia, Fazenda Carapebas, São Romão, Cacimbas do Vianna, Flores, Santana do Matos e outros mais.

Texto do professor João Felipe Trindade, matemático e genealogista.
Fonte: www.putegi. blogspot.com

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Uma festa civica em Currais Novos.


Festa Cívica em comemoração ao aniversário da Independência do Brasil
Data: 07 de setembro de 1921
Participantes: 81 educando (37 da EIM e 44 da EIF)
Org.: Prof. Gilberto Pinheiro e Profa. Maria Izaura de Carvalho
Horário: início às 18h, término à 20h
Rituais: marcando o início das festividades, foi entoado o Hino Nacional sendo esse introduzido pela Banda de Música “31 de Maio”; na ocasião do seu encerramento, às 20h, foi arreada a Bandeira Nacional  que fora hasteada na fachada principal do Grupo; antes porém, outros hinos patrióticos foram cantados e dramas infantis foram encenados, bem como proferidos monólogos, discursos, além de cançonetas cantadas
Programação:
1a parte: 1. Hino ao Brasil, entoado pelo alunado das Escolas e introduzido pela banca de música “31 de Maio”; 2. Discurso proferido por Manoel Genezio Gomes; 3. cançoneta “Voluntário”, pelo aluno José Leôncio de Souza; 4. diálogo, “O Ninho”, pelos alunos Antonio Cortez (Rubens) e Camelia de Vasconcellos (D. Alzira), 5. Cançoneta, “Quando eu crescer”, por Astrogilda de Araújo
2a parte: 1. “O Mata – Mouros”, pelos alunos Antonio Assunção ( Ditinho), Ewerton Cortez (Carlito), Antonio Othon Filho (Juquinha), Estela Pereira ( Delia, aniversariante), Maria Purifica (Lydia) e Astrogilda de Araújo (Helena); 2. Monólogo: “O Chiquinho”, pelo aluno Rodolpho Pereira; 3. “A graça dos salões”, pela aluna Maria Aulalia; 4. Discurso por Francisca Baldomero; 5. Drama “7 de setembro”, pelas alunas Maria do Céo Pereira (Fausta), Zebina de Araújo (Bela), Silvina das Chagas (Celma), Ananilia de Araujo (Elba), Maria de Aguiar (Diva) e Estela Pereira (Aurea); finalizando com a entoação do ”Hino 7 de sembro”.
Manuel Genesio Cortez Gomes
Registros: Muitos aplausos de uma numerosa assistência; presença de distintas famílias e impolutos cavalheiros do meio social currais-novense, como os Drs. Tomhaz Salustino e Odilon Coelho, Antonio Rafael, Manoel Aleixo, Luiz Ulisses, Aproniano Pereira, Elias Enoch, Thomaz Silveira, Manoel Santa Rosa, José Domingues de Carvalho, Luiz Brandão, Antonio Othon Filho, João Clementino Sousa, José Leonidas, Antonio Bezerra, Abilio Chacon, com suas respectivas famílias; profa. Maria Izaura de Carvalho, Maria Ignacia, Antonia Pinheiro Chacon; vigário: José Belcheld; majores Manoel Nouga, João Campos e José Quintas; Sr. João Alves, Othoniel Oswaldo de Araujo, Abdias Saraiva e respectivas famílias.

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fonte: Grupo Escolar Capitão Mor Galvão: Livro: Termos de Exame e Visitas
Livro aberto em 22.01.1918 pelo Inspetor do Ensino Público, Amphilóquio Carlos Soares da Camara. p.13


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A ancestralidade de José Gomes de Mello, oriundo da Paraíba.


Gonzaga,
Repentinamente me bateu a curiosidade de pesquisar o nosso ancestral Cap. José Gomes de Mello, pai de Zezinho Gomes de Mello.
Fiz algumas descobertas, que seguem:
  • Celestino Alves diz que ele e o irmão Francisco Gomes de Mello eram oriundos de Caraubas-Apodi, filhos de Manoel Fernandes Pimenta. Ora, de cara desconfio disso pois como os filhos poderiam ser Gomes de Mello e o pai Fernandes Pimenta? Mas deixando isso de lado, resolvi pesquisar a familia Fernandes Pimenta. A mesma existiu de fato e foi importante colonizadora do oeste Potiguar, sobretudo Apodi, Caraubas, Campo Grande etc. Foram os proprirtários da Faz. Sabe Muito, cuja sede é um dos mais importante monumentos históricos da atual Caraúbas-RN. Inúmeros membros dos Fernandes Pimenta foram pessoas destacadas nesta região no seculo XIX, tais como Maj. Manoel Fernandes Pimenta (chefe politico em Apodi entre 1824 a 1832), Cel. Luiz Manoel Fernandes (Intendente de Caraubas de 1876 a 1871), Manuel Fernandes Pimenta (Intendente em Campo Grande em 1859 a 1886) etc.
  • Consegui a genealogia da esposa de Manoel Fernandes Pimenta, D. Antonia Senhorinha de Jesus (possiveis pais do Cap. José Gomes de Mello - segundo Celestino Alves!):

trisavós
?
?
Carlos Vidal Borromeu (Portugal)
Isabel de  Araujo (India de Alagoas)
bisavós
Antonio da Mota Ribeiro (1710-1796)
Josefa Ferreira de Araujo
?
?
avós
?
?
Cap. José Ferreira da Mota
Florência Maria de Jesus
pais

Cap. Manoel Fernandes Pimenta
Antonia Senhorinha de Jesus
filho

Cap. José Gomes de Mello (1820-1900)

 
  • Porem, tanto na tradição oral como no texto sobre "Os Umbelino" (blog Utinga), consta a versão que Cap. José Gomes de Mello é filho de outro José Gomes de Mello e de Anna Maria Gomes de Mello, primitivos donos da fazenda São Miguel em Currais Novos. Se assim for, a versão de Celestino cai por agua. E a ascendencia provavel seria:
pais
José Gomes de Mello
Anna Maria Gomes de Mello
filho
Cap. José Gomes de Mello (1820-1900)

  • Ainda segundo o blog Utinga (Gente da Freguesia de Santa Rita da Cachoeira), vemos que José Gomes de Mello de fato era casado com Úrsula de Macedo, e que em 1859 morava na freguesia de Cuite-PB:

              "...Aos vinte quatro de Novembro de mil oitocentos e cinqüenta e nove, pelas nove horas da manhã, no lugar denominado Santo Antonio, desta freguesia, havidas as cerimônias canônicas, e exame de Doutrina Cristã, confissão, Juxta Sac. Conc. Trid., não constando impedimento, uni em matrimonio, e dei as bênçãos nupciais, aos contraentes Candido José Meira e Maria Avelino de Faria, ele natural e morador na Freguesia de Cuité, e ela natural e moradora nesta Freguesia, aquele filho legitimo de Antonio Ferreira de Macedo, e Thereza Maria de Jesus, e ela filha legítima  de Miguel Rodrigues do Nascimento e Virginia Francelina de Jesus, em presença das testemunhas José Gomes de Mello e João Amâncio de Macedo moradores nesta Freguesia, do que para constar, fiz este termo que assino. Antonio Dias da Cunha, Vigário da Freguesia. José Gomes de Mello era casado com Úrsula de Macedo, filha de Antonio Ferreira de Macedo e Thereza Maria de Jesus..."
 
  • Sobre a ascendencia de Úrsula de Macedo, esposa do Cap. José Gomes de Mello e mãe de Zezinho G. de Mello, apurei o seguinte:

bisavós

Manoel Ferreira de Macedo
Rosa Maria Ferreira de Macedo
Cap-Mor Francisco de Arruda Câmara
Maria Saraiva da Silva Arruda Câmara


avós

Antonio Ferreira de Macedo
Anna Arruda Câmara Ferreira de Macedo
?
?
pais

Cap. Antonio Ferreira de Macedo
Tereza Maria da Conceição de Macedo
filho

Úrsula de Macedo Gomes de Melo


Nobiliarquia Pernambucana com dados sobre Gomes de Mello. Colaboração de Rodrigo Cortez.


Titula da Família dos Mellos
da Casa do Trapiche do Cabo se Santo Agostinho de Pernambuco
Esta família é muito nobre, e antiga em Pernambuco. Teve nela a sua origem em João Gomes de Mello, homem muito nobre natural da província de Beira, o qual passou a esta Capitania em a ocasião de seu descobrimento e nela casou com Anna de Hollanda, filha de Arnão de Hollanda, natural de Ultrech e de Brites Mendes de Vasconcellos – neta por parte paterna de Henrique de Hollanda, Barão de Rheneoburg e parente mui chegado do Imperador Carlos 5° e de Margarida Florença, irmã do Papa Adriano 6°, e por parte materna de Bernando Rodrigues, Camareiro Mór do Infante D. Luiz, filho de El-Rei D. Manoel e de Joanna de Goes de Vasconcellos.
Do matrimonio de Joao Gomes de Mello com Anna de Hollanda, nasceram os filhos seguintes:
·         João Gomes de Mello,
·         Francisco Gomes de Mello, que no ano de 1624 veio por Comandante de um socorro de Lisboa a Pernambuco, como escreve Brito, Livro 2°, n° 171; depois Capitão-Mór, Governador das Armadas da Capitania do Rio Grande do Norte e falecido solteiro,
·         Estevão Gomes de Mello, que faleceu solteiro a 14 de Agosto de 1762 e foi sulputado no Mosteiro de São Bento de Olinda
·         Manoel Gomes de Mello, casou com D. Adrianna de Almeida Lins, filha de Balthasar de Almeida de Botelho, Fidalgo da Casa Real e Cavalheiro da Ordem de Cristo, e de Brites Lins de Vasconcellos, filha de Cibaldo Lins e de Adrianna de Hollanda.
·         Christovão Gomes de Mello,
·         D. Adrianna de Mello
·         D. Isabel de Mello, que casou com Antonio de Mello Furtado, irmão de Pedro de Mendonsa, Alcaide-Mor de Mourõ, Comendador das Comendas ...(falta texto)... e de Vila França, e de um dos Fidalgos Aclamadores d´El-Rei D. João 4°, a quem serviu algum tempo de Guarda-Mor de sua pessoa. Deste matrimonio não houve sucessão.
·         D. Margarida de Mello, que casou com Christovão Paes Barreto,
·         D. Anna de Vasconcellos ...(falta texto)..., Lisboa era a primeira mulher de Pedro da Cunha de Andrada,
·         Maria de Hollanda,
·         João Gomes de Mello, casou com D. Margarida de Albuquerque, viúva de Francisco da Silveir (ou Cosme da Silveira) e filha de Felippe Cavalcante, ilustre Fidalgo Florentino, e de D. Catharina de Albuquerque, filha de Jeronymo de Albuquerque e de D. Maria do Arcoverde.

Nobiliarchia Pernambucana (Antônio José Victorino Borges da Fonseca, 1748)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Gomes faz músicas para o Carnaval de 2013.


Recebi a mensagem de José Gomes de Melo, historiador, compositor e poeta, natural de Currais Novos, ex-aluno da Escola Industrial de Natal nos anos 50/60, dando as indicações seus músicas para o Carnaval de 2013. Acessem o youtube e curtam o som e as composições de Gomes, mandem as suas opiniões e/ou comentem apenasmente. Um abraço para todos e um grande Carnaval.


Resposta rápida

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Tarcisio Gomes Cortez operado.

 Passa bem Tarcisio Gomes Cortez, filho de José Renato Gomes, irmão de Manoel Genésio Cortez Gomes. Tarcísio foi operado às 14 horas de hoje, de hérnia, em hospital de Currais Novos. Nesta foto de 1996, ele está no centro, sentado e colocando cerveja no copo, rindo à tôa, ao lado da esposa. Na foto, ainda aparecem José Delprete Cortez Gomes, Rejane M. Montenegro Cortez, tia Dácia Cortez Gomes, Medeiros, Gonzaga Cortez Gomes, Jailma Dantas Cortez e tia Maria Anísia Pegado Cortez, tia Pepita. O rapaz de camisa azul é Joselito, filho de José Delprete, vulgo "Miolo de Pão Doce". O local foi na casa de Delprete, filho de tio Orlando Gomes Cortez. Foi uma noite de muito mé, digo, de muita cerveja..
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Maria do Céu, 1ª deputada estadual do RN.

 Maria do Céu Cortez Pereira era filha de Vivaldo Pereira de Araújo e Olindina Cortez Pereira de Araújo, irmã de Ana Dantas Cortez Gomes, "Dona Nanú", esposa de José Gomes de Mello Jr., "Zézinho".
Foi a primeira deputada estadual potiguar, eleita aos 24 anos. Foi casada com Aristófanes Fernandes. Breve, publicaremos mais informações sobre Maria do Céu.
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Casarão dos Xavier Gomes.

 O casarão de Diva Gomes e família, fica vizinho ao antigo sítio São Luiz, recuperado há há 6 anos, com energia elétrica, poço e estrada carroçável. Casarão tem mais de 120 anos. Foto de setembro de 2009.
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Estudantes de Currais Novos.

Nesta foto de 1918 estão dez jovens estudantes de Currais Novos, dos quais só identificamos o terceiro em pé, Manoel Genésio Cortez Gomes, filho de José Gomes de Mello Júnior e Ana Dantas Cortez Gomes, esta filha de Maria Senhorinha Dantas  Pegado Cortez, conhecida por "Marica Pegado". Uma pesquisa no acervo deixado por Antonio Quintino e/ou fotos da revista Ninho das Letras e o jornal O Porvir, das três primeiras décadas do século passado, talvez possamos identificá-los.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Será amanhã, 1º, a missa para Héber Paullus Gomes.


03 ANOS SEM HÉBER PAULLUS

BINHO – TRÊS ANOS SEM VOCÊ
Marluce Gomes
Saio por ai afora
Fitando cada ser pensando que é você
As canções que escuto só sinto dor, tristeza e lamento
Nada apagar as marcas do meu sofrimento.
Às vezes penso - a vida não é bem assim
Mais você filho,
Permanece vivo dentro de mim.
Sofro demais sem ter você aqui...
Doí demais eu te perder e ter que aceitar o fim...
Choro, choro sua saudade,
A minha maior vontade é ter você perto de mim.
Seu amor, não tem nada que apague,
Não tem remédio que cure a dor da saudade...
Caros,
Nesta sexta feira – 1º de fevereiro de 2013, nós seus pais e familiares convidamos os amigos de HÉBER PAULLUS GOMES para juntos rezarmos por está criatura singular. Nosso encontro está marcado para Igreja de Santo Afonso localizada na Av. Santos Dumont em Mirassol – Natal/RN, às 19h00.

A Sopa de Othon Osório, Genésio e Lourenço.

 A sopa era de propriedade de Othon Osório de Barros, Lourenço do Nascimento e Manoel Genésio Cortez Gomes. A foto é de 1936 e foi publicada na edição de 8 de dezembro de 1976 do extinto Diário de Natal, na coluna do jornalista Dermi Azevedo. Silveirinha é o garoto que está na frente do Chevrolet Gigante. Ele é filho de Tomaz Silveira de Araújo e Benedita Gomes de Araújo, irmã de Manoel Genésio e neta de "Marica Pegado". Não identificamos o passageiro que na primeira fila de bancos do misto que fazia a linha Caicó-Natal, mas há informações de que seria um juiz de direito que vinha para Natal e da família Pegado Cortez. Silveirinha reside em Natal, em Lagoa Seca.
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tese de mestrado traz informações sobre os Pegado Cortez e Araújo Lima

Em busca da realidade: a experiência da etnicidade dos Eleutério (Catu/RN), tese de mestrado em Antropologia Social, de Claudia Maria Moreira da Silva, da UFRN, é um excelente trabalho de pesquisa da micro-região do litoral sul do Rio Grande do Norte, envolvendo os municípios de Arês, Goianinha e Baia Formosa, que poderá ser acessada no Google. No trabalho, poderão ser obtidos dados sobre Manoel Pegado Cortez e a família de Antonio Bento de Araújo Lima.

Saiu o 1º número da Revista de Genealogia do RN

 Breve, estará a disposição do público a primeira edição da revista do Instituto Norte rio grandense de Genealogia. A revista custa 10 reais (preço de custo) e poderá ser adquirida no anexo do Instituto Histórico, na rua da Conceição, Centro de Natal.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Do blog joaquimdesaleitao



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

OS FILHOS I

FAMÍLIA CORTEZ GOMES

Filhos de
Manuel Genezio Cortez Gomes e
Maria Natividade Cortez Gomes


Cleando Cortez Gomes (14.mar.1931 - 18.set.2008)
Cleobulo Cortez
Cleomedes Cortez Gomes
Maria José Cortez Gomes de Caldas
Carmela Cortez Gomes
Miguel Archangelo Cortez Gomes,
Margarida
Ana Maria
Francisco de Assis
Cecília
João Cortez Gomes de Melo (09.ago. )
Marta Cortez Gomes de Melo
Maria das Graças Cortez Gomes de Melo
Luiz Gonzaga Cortez Gomes de Melo
Antonio
Maria de Fátima
José de Anchieta Cortez Gomes

Nota: A partir de João Maria foi introduzido o sobrenome Melo

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Novas fontes de pesquisas. Vamos lá?

Dica do confrade, professor de matemática e genealogista João Felipe Trindade:


Notícias extraídas da Hemeroteca da Biblioteca Nacional

http://putegi.blogspot.com.br/2013/01/velhas-noticias.html

sábado, 12 de janeiro de 2013

Neco Pegado.

Olá, Gonzaga.
Segue em anexo uma foto (bem pequenina, infelizmente!) do nosso parente Manoel Pegado Dantas Cortez, filho primogênito de Manoel Pegado Cortez e Maria Senhorinha Dantas. Nasceu em 1866 e falecido em 1950, tendo esposado a Sra Ursula Augusta Gomes Cortez (irmã de José Gomes de Melo Junior), unindo-se nos idos de 1890. Neco Pegado como era mais conhecido, foi o fundador do Sitio Buji, onde nasceu sua imensa prole que totalizava 15 rebentos. Não sei precisar o numero de netos e bisnetos. Neco era irmão de Luiza Idalina, Maria Camila (primeira esposa de Padrinho Zezinho Gomes de Melo), João Elias, Antonio, Guilhermina, José Augusto, Olindina, Ana Gomes Cortez (segunda esposa de Padrinho Zezinho), Joaquim "Quincó" Pegado (meu bisavô), Candida, Olindina, Samuel, Alfredo e Euclides Pegado Dantas Cortez.
Neco Pegado teve atuante papel em Currais Novos na passagem do século XIX para o seculo XX, onde atuou como Delegado Escolar do recém criado municipio, além de Coletor Estadual e Federal e como Adjunto de Promotor Publico.
Abs,

Rodrigo Cortez
Nota: por motivos técnicos, retiramos, provisoriamente,  a foto de Neco Pegado.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Dois filhos de Renato e Braz Cortez Gomes, de Currais Novos.

 O rapaz aí é Renô, filho de Renato Cortez Gomes, do sítio Liberdade, e Isaurinha, filha de Braz Cortez Gomes, em foto de 17 de julho de 1946, dia em que a Primeira Comunhão. A foto foi oferecida aos compadres Manoel e Nati. Isaurinha é falecida e residia em Currais Novos. Grande figura humana. Renô aparece na foto no tempo em que serviu a Aeronáutica, em Parnamirim, hoje residente em Brasília/DF.

Tio Antonio, um dos irmãos de Manoel Genésio Cortez Gomes. Neto de Marica Pegado.

Caríssimos, estas são as primeiras postagens sobre um dos filhos de José Gomes de Mello Júnior, Zezinho, e Ana Cortez Gomes, Nanú,: Tio Antonio. Chamava-se Antonio Cortez Gomes que teve pouco convívio com a família no Rio Grande do Norte, por causa de sua vida na Marinha (tempos da II Guerra), mas nos lembramos de suas vindas a Natal nos anos 50, 60 , 70 e oitenta do século passado. Ele constituiu uma belíssima família no antigo Estado do Rio, em Nova Friburgo, após casar com Alba Sidrin Gomes, paraense e conhecida por Malbita, cujos os sobrinhos do marido, em Natal, tiveram grande afeição, tendo em vista que Malbita era muito simpática, alegre e descontraída. Assim também era Omar Sidrin Gomes, falecido há dois anos, oficial da engenharia do Exército Brasileiro, um gordo bonachão e alegre. Bom, para não sermos prolixo, na 1ª foto está a família de Antonio Cortez Gomes e Alba Sidrin Gomes, reunida em março de 1971, na cidade de Nova Friburgo, todos identificados numericamente: de 1 a 4, são filhos de Elda ( a que está ao lado de tio Antonio, à direita, sorrindo),  5 e 6, são filhos de Omar. 
A segunda foto, são Omar e Elda, quando crianças, até prova em contrário. A 3ª foto, é tio Antonio beijando a filha Marialba, que reside em Ponta Negra, Natal, na festa de debutantes, na noite de 6 de fevereiro de 1966.
Os dados são transcritos dos versos das fotos oferecidas a Manoel Genésio e Maria Natividade Cortez Gomes. Na próxima postagem, daremos mais informações sobre os nomes dos membros da família de Antonio Cortez Gomes (ou Antonio Gomes Cortez?).


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Algo mais sobre um Pegado Cortez.

Em relacao ao Manoel Pegado Cortez, em um dos seus posts vi que na verdade ele era "Manoel Pegado Cortez Filho"nascido em 1838 e falecido em 1900, e provavelmente bastardo. Ou seja, filho fora do casamento. Se isso for verdade então esse Pegado que comprou a Data Pitombeira e fundou São Luiz não poderia ser o pai da tal Maria Camila que herdou por dote a Fazenda Passagem Funda (hoje engenho Bom Jardim) em Goianinha, nos idos de 1850 (segundo a pesquisadora Claudia Silva que em sua dissertação de mestrado "Em busca da realidade: a experiencia da etnicidade dos Eleotérios (Catu/RN)"). Fazendo algumas contas rapidas, vemos que Manoel Pegado Cortez Filho teria 18 anos em 1850, portanto não poderia ser o pai da Maria Camila que estava se casando e recebendo um dote. O mais provável é que essa Maria Camila seja irmã do Manoel Pegado que veio para o Seridó, e que ele por ser bastardo tenha recebido alguma quantia do pai (homonimo) e tenha vindo tentar a sorte no interior. Veja projeção estimada abaixo.

1° geração
Manoel Pegado Cortez (Arez/Goianinha)
2° geraçãoManoel Pegado Cortez Filho (1838-1900) &  Maria Senhorinha DantasJoaquim Pegado Cortez (padre) (? - 1891)João Pegado Siqueira Cortez & Maria Paulina da Câmara de Castro BarrocaHermínio Pegado CortezMaria Camila Pegado Cortez & Antonio Bento de Araujo Lima (PB)
3° geraçãoManoel Pegado Dantas Cortez, Joaquim Pegado Cortez, José Augusto, Olindina, Ana "Nanu", João Elias etc?EZECHIAS PEGADO CORTEZ (Arez 1889)Judite Pegado Cortez (Arez 1885)?Manuel Otoni de Araújo Lima (1872 - 1930) e Maria Amélia de Araújo 
4° geraçãoOlavo, Olivier, Eweton etc????Antônio Bento de Araújo Lima (1902 - 1988)

Rodrigo Cortez

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Os Pegado Cortez.

 Dalva, Albaniza e Napion Dantas Cortez, três filhos de Alfredo e Aura Pegado Dantas Cortez, que residem em Natal e estão acompanhando o noticiário deste blogue. Dalva, 86, é a mais velha e com ótima memória. Os três são netos de Maria Senhorinha Dantas Pegado Cortez, esposa de Manoel Pegado Cortez, conhecida como "Marica Pegado", falecida em 1927 e também avó de José Cortez Pereira de Araújo, ex-governador do RN nos anos 70. Marica Pegado era mãe de Olindina, casada com Vivaldo Pereira e que faleceu após o parto de José Cortez Pereira de Araújo. Marica Pegado era de origem índigena. Foto: Luiz Cortez, dez/2012.
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Olavo e Pepita.


Olavo Dantas Cortez casou em 1948 com Maria Anísia Cortez Gomes, solidificando  a união das famílias Pegado Cortez e a Gomes de Melo, da zona rural de Currais Novos/RN. Olavo era filho Joaquim Pegado Dantas Cortez e Guilhermina Pegado Dantas Cortez (tio e sobrinha) e primo de Maria Anísia porque a sua mãe, Ana Cortez Gomes-Nanú, era irmã de Joaquim Pegado Cortez-Quincó, filho de Maria Senhorinha Dantas Pegado Cortez-Marica Pegado. Dona Nanú era casada com José Gomes de Melo Júnior- Zezinho, da fazenda São Luiz. Marica Pegado era avó de Pepita e Olavo.
Olavo e M. Anísia, conhecida como "Pepita", nome de um poema de do sobrinho "Santos", que reside em Goiania/GO, moraram muitos anos no sítio "Balas", a 18 quilômetros de Currais Novos. Hoje, a família é grande. Pepita é a única filha viva de José Gomes de Melo Júnior-Zezinho e Ana Cortez Gomes.
O casal Olavo Dantas Cortez e Maria Anísia Gomes Cortez.



Casamento de Zebinha e Antonio Elias

 Euzébia e Antonio Elias eram da família Pegado Cortez, de Currais Novos. No verso da foto não tem data, o Monsenhor Paulo Herôncio de Melo, natural de Assu/RN,  celebrou o casamento, que não teria sido em Natal. Os noivos aparecem no centro, duas crianças ao lado de "Quincó" Pegado Cortez; atrás de "Quincó", estão Dalva D. P. Cortez, Nazaré Cortez, Aida Ramalho, mais duas moças não identificadas, as filhas e esposa de Everton D. Cortês,Iris, Iáris e Genura; Francisca-"Santinha" e o filho Plínio, atrás Manoel Genésio Cortez Gomes e a esposa Maria Natividade, Everton (que segura um dos seus últimos filhos) e o seu irmão Olavo Dantas Cortez e outras pessoas não identificadas até o momento. O casal foi morar em Sergipe, sem filhos, mas adotou uma menina de nome Francisca que Ana Maria Cortez Gomes conheceu e não tem notícias dela. Onde estará Francisca? A foto foi dedicada ao casal Genésio e Nati Cortez.

A mãe de Agenor Lima, senhor de terras de Goianinha/RN

 Ela era carinhosamente chamada de Dona Maroca, mãe de sr. Agenor de Araújo Lima, ambos da família Pegado Cortez de Goianinha/RN. Os sucessivos casamentos, nos quais as mulheres perdiam os sobrenomes, parcial ou totalmente, provocaram o sumiço do sobrenome Pegado Cortez. Isso é um detalhe a se pesquisar. Dona Benedita, esposa de Agenor de Araújo Lima (ou Agenor Bezerra de Araújo Lima?), já falecida, dizia que o seu marido era primo dela e que ambos eram Pegado Cortez, segundo informou Ana Maria Cortez Gomes, amiga e ex-vizinha da família. Eu conheci dona Maria Amélia e dona Consuelo, na casa da rua Felipe Camarão, Cidade Alta, em Natal, quando moravam na casa defronte à casa de número 453. Ainda nos anos sessenta, foram morar na rua Floriano Peixoto. O casal Agenor e Benedita de Araújo Lima tiveram os seguintes filhos: Antonio Bento, "Bentinho", Conceição (faleceu no Rio de Janeiro), Babá (jornalista, ex-prefeito de Goianinha e servidor da CAERN), Alfredo ("Alfredinho", ex-vereador em Goianinha), Benedita, a "Ditinha" e Amaro.
Agenor de Araújo Lima foi um dos herdeiros da fazenda "Bom Jardim".
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